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Ressurreição e Crossfox
Que abandono, cara. Quando eu fiz o blog, há, sei lá, uns dois anos? Eu tava cheia de idéias bestas fresquinhas na cabeça, meus primeiros posts, apesar da visível falta de conteúdo, eram melhores menos piores. Eu escrevia e achava o máximo. E agora, onde foram parar aquelas abobrinhas que me vinham à cabeça? Realmente, agora só tem um chumaço de algodão nela. Dei FF na minha vida pra ver o que acontecia e não tinha nada depois. oi

Não, não vim me lamentar, apesar de ter saudade de como meus posts era mais legais. E, como não são mais, resolvi roubar algumas idéias dos posts que escrevi pro blog que fiz especialmente pra minha irmã, que tá lá do outro lado do mundo. Hope you (who?) enjoy.

Começando com um vídeo. Mais uma incrível descoberta da Lua.
Não só os britains got talent. Nós aqui também temos muito talento escondido por aí (uma pena estes serem achados)



O que é a voz de Susan Boyle perto de... StefHany cantando em seu crossfox?

Ô, orgulho do meu país!

♪ fa-fa-fa - datarock (tinha a musiquinha no comercial do novo ipod, gostei e resolvi baixar q)

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The empty.
[ALERTA DE POST DRAMÁTICO]
Só passando...

Sabe aquelas sensações que vêm sem nenhum motivo aparente? Na realidade eu nunca soube o nome disso. Me disseram que era 'vazio'.
As vezes penso que é culpa minha, eu que não quero ser 'preenchida' por nada, descarto tudo. Não acho graça nas coisas que constantemente achava, as coisas já não me despertam nenhum interesse, as pessoas não me atraem. Sinto como se eu já tivesse visto tudo aquilo antes, mas quisesse mais. Percebo que na verdade eu estou é cheia mesmo. Cheia das mesmas coisas sempre. Cheia das minhas 'limitações'. Quero mais do que eu já tenho. É pedir muito?

"I sat through your movie but I didn't see anything
I went to your comedy club and didn't laugh at all
I went to your movie and I didn't hear anything
I went to your concert and there was nothing was going on
You don't say, you don't say, you don't say anything...

All that glitters is not gold."
(le tigre - the empty)

'já estou cheio de me sentir vazio.'

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tentativa de blog coletivo
http://maionesebonzao.blogspot.com/

janine e bianq.
pior que isso aqui, não fica.
:)

happy new year
a partir do ano que
vem eu juro que
a vida vai ser agora.

(greg d.)

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Your hair is not pretty and red.

Enquanto o Diogo ta escrevendo coisas viajadas profundas (!?), venho aqui escrever sobre algo tão idiota, mas que constantemente passa pela minha cabeça: algumas letras de música, em especial. Sempre tem alguma que (eu) você se identifica mais, ou porque o cara ta contando sua vida, ou porque é simplesmente o Paul Banks fazendo uma declaração de amor, enfim. Aquela música que você toma como sua, que você põe no seu about, as pessoas lembram de você quando ouvem, que seja.

Bem, fico pensando que seria legal se eles (os compositores) generalizassem mais as coisas. (Ow pensamento babaca) Eles podem ter feito a música pra alguém específico, mas não é só esse alguém que vai ouvir e se identificar. E nem sempre fica bom adaptar a música á sua necessidade... Você ama a letra inteira, acha que tem a ver com a fase da sua vida em que você está passando, mas por uma frase ou duas ela já não tem mais nada a ver com você. Ou eu que tô reclamando demais, pra variar.

Tomada pela preguiça de explicar mais, vão alguns exemplos:

"Your hair is so pretty and red, baby baby you're really the best..." (Interpol – Say Hello to The Angels)

Obrigue sua namorada a tingir o cabelo de vermelho só pra aceitar esse depoimento.

"I love your skin oh so white
I love your touch cold as ice" (HIM – Gone with The sin)

Vacilo, EU não poderia aceitar esse depoimento. :/

"...pois a rosa que se esconde
No cabelo mais bonito, é um grito
Quase um mito, uma prova de amor" (Primavera – Los Hermanos)

Nem esse...

"So brown eyes I hold you near, 'cause you're the only song I want to hear" (Soul Meets Body – Death Cab for Cutie)

Pelo menos um!

Post babaca, é a falta do que escrever mesmo. :D

/new from the Road: 2x Z.É. - Zenas Emprovisadas! Perfeito.

♪ 2+2=5 - radiohead

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Say hello to the angels.

Imprevisível, e inevitável. Já falei aqui que sou pessimista e acho maravilhoso quem consegue fazer planos pra longo prazo quando nem se sabe o dia de amanhã. Pois é, a gente nunca vai saber. Uma hora você está rodeado de amigos, sorrindo, aquela rotina que parece que não vai acabar tão cedo, e de repente... acaba. Assim, sem mais nem menos, sem aviso prévio, sem uma preparação (como se fosse adiantar). E do nada, tudo o que era presente vira passado, e todas as palavras de consolo parecem inúteis. Parece que as diferenças somem porque está todo mundo sentindo a mesma dor, talvez só com intensidade diferente. No começo parece tudo uma grande mentira bem contada – e seria tão bom que fosse! – mas tarda, porém cai a ficha, e mesmo pra quem não era tão próximo, aquela 'pecinha' do quebra-cabeça começa a fazer muita falta.

A gente não é nada.

Coisas lindas são ditas a todo o momento, as lembranças vêm espontaneamente, como filmes. Gostaria que estivessem (devem estar, acredito que sim) ouvindo todas elas. Seja de quem sempre reforçou isso, ou de quem não teve a oportunidade de dizer, mas nem por isso deixou de sentir. Por isso é bom sempre falar o que se sente logo, a tempo.

Só me vêm a cabeça três palavras: Nada a ver.

Impossível estar preparado.

(escrito em 5/11/2008)

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Problemas.
/edit: tirei o resto do texto do post, só resumia a minha interpretação desse poema e o que eu achava comum nas pessoas. Interpretem como quiserem.

Bem no Fundo

No fundo, no fundo,
bem lá no fundo,
a gente gostaria
de ver nossos problemas
resolvidos por decreto

a partir desta data,
aquela mágoa sem remédio
é considerada nula
e sobre ela — silêncio perpétuo

extinto por lei todo o remorso,
maldito seja que olhas pra trás,
lá pra trás não há nada,
e nada mais

mas problemas não se resolvem,
problemas têm família grande,
e aos domingos saem todos a passear
o problema, sua senhora
e outros pequenos probleminhas.
(Paulo Leminski)

♪ naïve - the kooks

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